16 de fev de 2013

poeminha astral #

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faz trilha nas letras da palavra oxigenio
e fulana quando sonha
faz rapel na palavra montanha;

mesmo com a pequenez de apenas quatro letras e duas sílabas
a palavra Alto tem mais de dois mil metros de  altitude .

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poeminha astral#80

]pra escutar a gramatica louca das coisas
e a semântica liquida e fluida da vida
o sujeito encostava o pé-do-ouvido- na beira da palavra rio.

 poeminha astral#

 hora de durmir,
roncar estrelas e galaxias no céu da boca zzzZZZZZZZZzzzzzz


poeminhas astrais#55
 quando entardecia dentro de mim,
comecei a chuviscar começei chover no final de março,
também curtia as nuvens me dando abraço.


chovemos tanto chovemos muito
somos nossa própria enchente
nosso próprio deslizamente.


aumenta o nível do pluviômetro,
somos a própria tromba d'Água que inunda nossas cabeça

chovemos de mais pessoal,
que
deslizou nosso barranco mental...


poeminha astral#23
poemas fazem cocegas na cabeça
fumaças fazem cocegas na cabeça
e os pensamentos fazem cocegas na cabeça.


 poeminha astral#24
Gênesis 3:19
Do pó(ema) da terra foste formado e a pó(esia) voltarás.


poeminha astral #25
Ta relampiando nos seus olhos
e trovejando na sua boca.
de você vem uma mansa tempestade de louca
!

poeminha astral #40
menina vinha chuvosa 
menino ia ensolarado 
estavam no  clima
meteorológicamente na  poesia

poeminha astral#41
o voô da palavra garça na beira da palavra rio,
trazia as manhãs de Minas na cabeça do menino...